História

        A cidade do PILAR, Estado de ALAGOAS já era povoada desde os tempos das Capitanias, quando Alagoas pertencia a Pernambuco, onde por volta de 1600 já existiam indícios da presença dos Índios Cariris no complexo lagunar Mundaú-Manguaba. As margens da Lagoa do Sul (Manguaba) formou-se uma pequena Vila de Pescadores e no Século XVII, Gabriel Soares da Cunha, fundou o Engenho Velho, que denominava-se como São Gabriel, que em 1750 passou a pertencer ao Português Matheus Casado de Lima, que também era proprietário de vários Engenhos, entre eles o Engenho Pilar, edificado nas terras do Engenho Velho e o Campinas, em Santa Luzia do Norte.

Foi a partir da implantação dos Engenhos de Açúcar em PILAR, que a Vila começou a crescer... Esse Engenho, que deu origem à cidade do PILAR ficava localizado nas proximidades da Igreja do Rosário, inaugurada em 1º /11/1800, onde existia a Capela de São Matheus, que foi o 1º Padroeiro do lugar,

        Alguns historiadores relatam que o nome da cidade se deu a um fato ou lenda de que, um pescador, chamado Thiago, encontrou a imagem de Nossa Senhora num Pilar, porém essa história era muito comum naquela época, a exemplo de Aparecida do Norte-SP e outras Vilas de Pescadores pelo Brasil afora, mostrado na novela: A Padroeira. Essa história de Thiago, o pescador, ocorreu a cerca de 2000 anos, logo após a morte de Jesus, quando Maria pediu aos discípulos que fossem pelo mundo e pregassem o Evangelho, e Thiago, que era um dos Apóstolos de Jesus, seguiu sua missão e quando chegou nas terras espanholas, em Saragozza teve uma visão de Nossa Senhora num Pilar, mostrando que ali deveria ser edificada uma igreja, que hoje é a monumental Basílica de Nossa Senhora do Pilar... E em 1831, quando o Espanhol José de Mendonça de Alarcão Ayala adquiriu o Engenho Velho, trouxe da sua Terra Natal, na Espanha, a imagem de Nossa Senhora do Pilar, que passou a ser a Padroeira do lugar.

         Em 08 de Maio de 1854, através da Lei Provincial Nº 250, foi criada a Freguesia de Nossa Senhora do Pilar e três anos depois, em 1º de Maio de 1857, através da Lei Provincial Nº 321, PILAR foi elevada a categoria de VILA. Com o progresso, em 16 de Março de 1872, através da Lei Nº 624, PILAR garantiu a sua Autonomia Administrativa, se desligando da Comarca de Atalaia e a Lei Nº 626 da mesma data, lhe outorga o foro de cidade.

         Em 14 de Setembro de 1860, pela Lei Nº 369, foi aprovado o 1º Código de Posturas do Município, com    7 Capítulos e 59 Artigos, sendo alterado várias vezes e em 12.07.1871, com a Resolução Nº 620 foi revogada todas as posturas anteriores, aprovando um Novo Código, composto de 40 Artigos.  Em 17 de Junho de 1865, pela resolução Nº 451, foi designado o largo da Matriz para a construção da primeira praça da Vila, que em 1872 se tornou cidade.  Em 07 de Setembro de 1874 foi criada a BIBLIOTECA POPULAR DA CIDADE DO PILAR.

         PILAR foi a 3ª Cidade, socialmente e comercialmente falando, mais importante de Alagoas, pois todas as mercadorias das cidades vizinhas vinham transportadas nos lombos dos burros e eram embarcadas pela cidade do PILAR, via Lagoa Manguaba para Maceió e Sul do País, através das barcas e navios à vapor, com a celebração de um contrato em 12.04.1860 com a Companhia Baiana de Navegação, que transportava mercadorias e passageiros.

         Outro fato interessante foi que em 1º de Janeiro de 1944 a cidade passou a chamar-se “MANGUABA” até 17 de Setembro de 1949, quando voltou a se chamar PILAR pela Lei Nº 1473.

  

A VISITA DO IMPERADOR DOM PEDRO II 

        Os Fatos Marcantes da História do Brasil ocorridos em PILAR foi à visita do Imperador D. Pedro II com sua Comitiva, no Navio Pirajá, em 10 de Janeiro de 1860, onde a cidade se preparou e realizou o grande Baile Imperial num imponente prédio que existia onde é hoje os Correios. Por ocasião desta importante visita, foi construída a Ladeira de Pedra, ao lado da Igreja Matriz, e dado de presente um vaso de ouro.

 

A ÚLTIMA PENA DE MORTE DO BRASIL:

         Em 28 de Abril de 1876, Registrou-se oficialmente em PILAR a “ÚLTIMA EXECUÇÃO JUDICIAL DO BRASIL”, onde três Escravos (02 anos antes), Francisco, Vicente e Prudêncio, trucidaram o casal João Evangelista de Lima e Dona Josepha Marta de Lima. Vicente foi capturado no Engenho Hortelã (Marechal Deodoro), Prudêncio morreu em luta com a Polícia e Francisco foi capturado. Após o julgamento dos Escravos, o Imperador D. Pedro II, negou o pedido de graça de Francisco, sendo condenado a morrer na forca em 28.04.1876, no Sítio Bonga, sendo essa a “ÚLTIMA PENA DE MORTE OFICIAL DO BRASIL”, que é Encenada anualmente no dia 28 de Abril pela CASA DA CULTURA.

PARA ENTENDER MELHOR: Após o brilhante trabalho de pesquisa do Historiador Alagoano “Felix Lima Júnior”, publicado no livro: A ÚLTIMA EXECUÇÃO JUDICIAL DO BRASIL, no ano de 1979, foi provado que , a última pena de morte ocorrida no Brasil foi realmente em Pilar-AL, no dia 28 de Abril de 1876. O citado livro conta a história do “Fera de Macabú”, onde foi enforcado o fazendeiro Manoel da Motta Coqueiro, em 06.03.1855, na cidade de Macaé-RJ, por ter sido indiciado como mandante de uma chacina que vitimou uma família inteira e tempos depois teria sido descoberto que não foi ele o mandante do crime e por isso, o Imperador D. Pedro II não queria autorizar o enforcamento no país. 

        No mesmo livro, Felix Lima Júnior, prova com documento e jornais da época que, a Execução do Escravo Francisco, em 28.04.1876, em Pilar, “foi realmente a última oficial do Brasil” (onde pude constatar nos jornais originais da época, que encontram-se no Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas) e não em Macaé-RJ, como era divulgado e que “infelizmente”, a “Rede Globo de Televisão manteve o erro” no programa Linha Direta, em Agosto de 2003, mesmo sendo alertada pelo autor Carlos Marchi (do livro Fera de Macabú) de que “Não foi em Macaé-RJ, O Último Executado do País”

        O Último Executado Oficialmente no Brasil foi o Escravo Francisco, que juntamente com outros dois escravos: Vicente e Prudêncio, Executaram em 1874, o Capitão João Evangelista de Lima e sua Esposa Josepha Marta de Lima (Ele no hotel central e Ela no Sítio Bonga). Vicente fugiu pra o Engenho Hortelã, em Marechal Deodoro e foi capturado, enquanto Francisco e Prudêncio, seguiram para o monte pavão (Pesqueira-PE), onde Prudêncio morreu em luta com a Polícia e Francisco foi Capturado. Após a captura de Francisco e Vicente, houve todo o processo na justiça por um período de 02 anos, onde ambos foram condenados e fizeram o “pedido de graça” ao Imperador D. Pedro II, que não se pronunciou quanto ao Escravo Vicente (Condenado a Galé Perpétua) e negou o pedido de Francisco, que foi condenado a morrer na forca, em 28.04.1876, sendo enforcado no Sítio Bonga, nesta cidade de Pilar-AL, ou seja, 21 anos após o Fera de Macabú-RJ, sendo FRANCISCO, o Último Executado Oficialmente do Brasil.    

        PILAR é uma cidade “belíssima, festiva e hospitaleira”, onde logo ao descer a rodovia de acesso à cidade você se depara com o deslumbrante visual da Majestosa LAGOA MANGUABA (lagoa do Sul e também com o nome de Paraigera) com seus 05 Km de largura por 28 Km de extensão e com uma população “Alegre e Acolhedora”, contando hoje com a Orla Lagunar, principal Cartão Postal e Ponto de encontro da cidade, Idealizada pelo Ex-Prefeito José Soares Camêlo em 1989, contando hoje com barracas padronizadas e área para grandes eventos.

 

         LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA, LIMITES, CLIMA, RELEVO, GASTRONOMIA, RELIGIÃO E PONTOS TURÍSTICOS

 

         LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA - Pilar localiza-se a 09º 35' 50" de latitudepossui uma área de 249 km², situando-se na parte Leste do Estado e pertencendo a Zona Fisiográfica do Litoral. Está posicionado à 08 metros acima do Nível do mar e distante de Maceió à apenas 37 Km. Limita-se com os seguintes Municípios:  Atalaia, Rio Largo, São Miguel dos Campos, Marechal Deodoro (Lagoa Manguaba), Satuba, Boca da Mata. – (Ao NORTE: Atalaia e Rio Largo - Ao SUL: com São Miguel dos Campos e Marechal Deodoro, Ao LESTE: com Rio Largo, Satuba e Marechal Deodoro e a OESTE: com Boca da Mata e Atalaia). Fonte: IBGE e CITYBRAZIL. sul e 35º 57' 24" de longitude oeste,

 

          RELEVO E HIDROGRAFIA - O principal acidente geográfico de Pilar é a Lagoa Manguaba ou do Sul (como era conhecida) e também o nome Indígena de PARAIGERA, que margeia a cidade com seus 05 Km de Largura, por 28 Km de extensão,  sendo a 2ª maior lagoa do país e de grande importância Sócio-Econômica para a vida da cidade desde os tempos da povoação.

           CLIMA - É típico da zona do litoral, sendo quente-úmido no verão e frio-úmido no inverno. Os meses mais quentes vão de novembro a março, quando a temperatura chega a 36ºC. Na época mais fria, que geralmente vai de maio a agosto, a temperatura mínima chega a 20ºC. O vento predominante é o Nordeste, com rajadas frescas no verão e frias no inverno, especialmente as margens da lagoa manguaba.

           VEGETAÇÃO - É formada por capoeira e pequenas matas. O plantio da cana de açucar e da macaxeira é tradicional na região e feito em grande escala. Existem também muitas árvores frutíferas com: mangas, bananas, jaca, goiaba e o côco.   

           RIQUEZAS NATURAIS - As principais riquezas naturais do Pilar são tiradas do nosso solo através das Reservas de Gás Natural e Petróleo exploradas pela PETROBRAS, através da Unidade de Processamento de Gás Natural - UPGN. Do Vale das Marrecas, onde estão os Mananciais de Água que abastece o Pilar, Do antigo Xiriri, brota a fonte de água mineral Dias D’Ávila, que é outra riqueza natural; bem como as palhas de ouricuri, que são empregadas na fabricação artesanal de “vassouras de palha”, gerando renda para as famílias do Alto do Santo Cruzeiro.

            RESERVAS ECOLÓGICAS - Existe em Pilar a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), conhecida como “Fazenda São Pedro”, do Senhor Francisco Quintella, com cerca de 50 ha, tendo uma flora e fauna com características da Mata Atlântica. Tem passeios, trilhas, banho, restaurante, café regional e uma hospitalidade agradável, além do VALE DAS MARRECAS, onde estão as Nascentes que abastecem de Água a Cidade do Pilar e que é Protegida pelo GAVAM - Grupo Ambientalista Vale das Marrecas.

  

            POPULAÇÃO, GASTRONOMIA, ECONOMIA E RELIGIÃO

 

            POPULAÇÃO - A população pilarense é “alegre e acolhedora” e segundo os três últimos censos realizados pelo IBGE (no qual trabalhei em todos os três como Recenseador e Supervisor), 1991, 1996 e 2000, (que foi o último realizado), nota-se um crescimento populacional na média de 1.000 (mil) pessoas a cada 05 (cinco) anos:  1991 - 29.179 hab. - 1996 - 30.158 hab. - 2000 - 31.157 hab.

             População atual estimada em: 33.312 habitantes. (Censo 2010) IBGE

             GASTRONOMIA - O carro chefe da gastronomia pilarense é a famosa “peixada de bagre”, pois Pilar é conhecida como a “terra do Bagre”. Outras delícias da gastronomia pilarense fica por conta dos “siris de coral”, “camarãozadas”, “camurins”, “agulhinha” e outros pratos típicos pescados na Lagoa Manguaba, que são servidos nas barracas padronizadas da orla lagunar, peixada do bebé, bar das virgens, restaurante manguaba e em outros pontos da cidade.

             ECONOMIA - As principais fontes de emprego e renda no Pilar de hoje são: “Atividade Pesqueira na Lagoa Manguaba, Serviços Públicos na Prefeitura e Estado, Extração do Gás na UPGN (Unidade de Processamento de Gás Natural da PETROBRAS), Cana de Açúcar, Plantio e Comercialização de Macaxeira, Inhame, Frutas e Verduras, Pequenas Indústrias (Laticínio Pajuçara, Água Mineral Dias D’Ávila) e o Comércio Local com Casas de Materiais de Construção, Mercadinhos, Postos de Combustíveis, Bares e Restaurantes, Lojas de Eletrodomésticos, Serviços Informais, gerando emprego para muita gente."

             RELIGIÃO - Como em todo o Brasil, que é o maior País Católico do Mundo, em Pilar a Religião Católica é predominante, pois foi a partir da criação da Freguesia de Nossa Senhora do Pilar, em 1854, que a pequena povoação ganhou status de Vila e depois Cidade. As principais Igrejas são: Matriz de Nossa Senhora do Pilar (1879), Igreja de Nossa Senhora do Rosário (de 1800 e 1ª capela da Vila de Pescadores e do Engenho Velho), Igreja de São Benedito (1879), Rainha da Paz e Virgem dos Pobres; Nossa Senhora da Graça e Senhor do Bonfim (Chã) e as situadas nos antigos Engenhos do Grajaú, Lamarão, Engenho Novo, Camurupim, Etc. Existem também diversas Igrejas Evangélicas com seus cultos, destacando-se: Igreja Batista do Pilar, Assembléia de Deus, Testemunhas de Jeová, Igreja Quadrangular, Universal e Adventista da Promessa. Existe ainda o “Centro Espírita Deus, Cristo e Caridade”, que é uma Religião Kardecista e alguns Centros de Umbanda do Sincretismo Religioso (Xangôs, Etc.).

 

 ARTESANATO E FOLCLORE

 

            ARTESANATO - No Pilar existe a Associação dos Artesãos e a Secretaria de Ação Social da Prefeitura do Pilar que desenvolvem seus trabalhos artesanais especialmente com a Cabeça do Bagre (Que tem Jesus Crucificado) e com: pinturas em panos de prato, quadros, trabalhos em madeira, vassouras de garrafas plásticas, vassouras de palhas de ouricuri, decorações com papel, Biskuí, etc., sendo todos profissionais da nossa terra.

            O Artesanato mais tradicional de Pilar é feito através da “CABEÇA DO BAGRE” com O Cristo na Cruz, que é feito da seguinte maneira: “Do Bagre é feito a peixada, que você saboreia. Depois você limpa a cabeça do bagre e aparece um formato natural, que você deixa de molho por uns três dias na água sanitária. Em seguida é só envernizar e colocar numa base de pedra ou madeira e decorar a seu modo.

             FOLCLORE - O Folclore Pilarense é um dos mais tradicionais e organizados do Estado, que recebem o apoio da parceria formada entre a Secretaria de Ação Social, destacando-se: “Chegança Minas Gerais”, comandada pelo Mestre Bumba; o “Pastoril da Melhor Idade, Baianas da Melhor Idade e o Pastoril Infantil Estrela do Pilar”, além do Guerreiro coordenado pela abnegada: Benedita dos Santos Lima (Dona Bida), que se apresentam nos festejos natalinos, festa da padroeira, semana do folclore, museu Théo Brandão (Maceió) e em outras cidades vizinhas, sendo sempre destaque por onde se apresenta.  No passado, relembramos também da Mestra do Guerreiro “Joana Gajuru”, que comandava o nosso Guerreiro; os Belíssimos Pastorís comandados por D. Jacy Ayres, Maria Costa e Dona Bida, Baloartes do nosso Folclore e o “Mestre Ângelo”, que sonhava em ver um “Novo Guerreiro” ressurgir em Pilar. Além disso, temos também as Baianas dos Homens, o Boi do Canário, o Boi do “Ciço” Vale (Chã), Quadrilhas Juninas, Côcos de Roda,

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Tópico: História

Data 02/10/2019
De rl
Assunto me sigam

@luann_610

Data 02/10/2019
De thayna
Assunto me sigam

@thaynarocha05

Data 11/03/2019
De insta
Assunto insta

@matheussoliveiraaa

Data 02/10/2019
De lambe cu
Assunto Re:insta

vai tomar no cu viado

Data 11/03/2019
De kkkkkkkkkkk
Assunto kkkkk

njnhjbdfhbefbaudhwh3rhuhufhuheh2her8uh23

Data 11/02/2019
De Laudemir Vieira Pereira
Assunto Família e descendentes

Sou bisneto de José Sá Cavalcante e Eudocia Cesar Pereira.
Gostaria de saber de informações que me ajudem a encontrar a certidão de nascimento deles.

Data 26/07/2018
De Lysandro Maiolino Lara
Assunto Informações cartoriais

Sou neto de uma nativa desta cidade Anna Santos Lima nascida em 1904. Gostaria de obter certidões de nascimento dela e de casa mento de seus pais.

Data 13/05/2018
De Pilar
Assunto Ocorreu algum acontecimento histórico em Pilar

Nenhum

Data 21/12/2017
De Débora
Assunto Pesquisa genealógica ,Oliveiras e Sampaio

Sou neta de Maria Quitéria Sampaio e Horácio Oliveira dos Santos, e gostaria de Saber se existe alguém parente deles nesta cidade. Qualquer informação envie no meu Facebook
Facebookhttps://www.facebook.com/DeboraRobertaSampaio

Data 03/10/2017
De Rita de Cássia Lima
Assunto Pesquisa genealógica família Cunha Lima

Pesquiso sobre a família Cunha Lima, da qual descende o Barão do Imbury, Manoel da Cunha Lima Ribeiro, neto do Capitão Mor Felipe da Cunha Lima .Se algum membro da família tomar conhecimento desta mensagem e tiver interesse em conhecer dados sobre a genealogia da nossa família, por favor entre em contato pela página Cássia Lima, do face book.

 

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